sábado, 20 de agosto de 2011

Passeios - O que conhecer

Ao decidir que o destino é mesmo Buenos Aires, comprar as passagens, decidir a hospedagem, vem a dúvida: que passeios fazer na terra de Evita? Como fazer? O que realmente vale a pena? Como é cada lugar?
Bom, a decisão pelo roteiro vai depender do número de dias em BAs, do perfil de turista – tipo se gosta de história, vai querer visitar os museus; já se gosta de compras, os outlets – e também do dim-dim em caixa.
Porém, não deve se deixar de conhecer...
- Calle Florida (o centrão de Buenos Aires com diversas lojas de roupas, couro, galerias, perfumes, lanchonetes, bancos, entre outros)
- Galerias Pacífico (o shopping de arquitetura e lojas mais chiques da capital argentina)
- Avenida 9 de Julho (segundo os argentinos, a avenida com maior largura da América Latina)
- Obelisco (marco situado bem no meio da 9 de Julho)
- Casa Rosada (palácio presidencial)
- Plaza de Mayo (bem em frente à Casa Rosada)
- Puerto Madero (área portuária, porém, de requinte com diversos restaurantes)
- Caminito (espécie de beco que reúne artistas e artesãos locais)
- Bombonera (famoso estádio argentino)
- Cemitério de Recoleta
- Feira de Antiguidades de San Telmo
- Delta e Tigre
Entre outros...
Vou postar, a partir de hoje, um pouco de cada um desses lugares, o que têm de atraente, de ruim, preços e como chegar.
Inté.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Comida - O que não esquecer de provar

Pisou em solo argentino, não vá embora sem antes provar:

Salgados
- Bife de chorizo
(é o nosso contra-filé, peça ao ponto)
- Choripán
(Pão, do tipo francês, com lingüiça. Se vende em carrinhos e barraquinhas na rua, tipo o nosso cachorro quente daqui)
- Empanadas (é um salgado que lembra muito o pastelão assado brasileiro, mas lá a massa é bem mais fina e os recheios são diversos. Mas sempre coma que lugares que acabou de assar, se o vendedor for colocar no microondas pra esquentar, fuja! É coisa velha)
- Papas fritas (batatas fritas)
- Pão de miga
(espécie de sanduíche feito com pão de forma, sem as beiradinhas, recheado com presunto e queijo ou “jámon y queso”, como preferir)

Doces
- Dulce de leche (doce de leite)
- Medialuna (espécie de croissant amanteigado, doce)
- Helado de dulce de leche, da Freddo (sorvete de doce de leite)

Comida - Pequenos dicionários

Abaixo, outros dicionários para não erra na hora de pedir o prato ou pelo menos não comer gato por lebre...

Pequeno dicionário de saladas (legumes e verduras)
Ajio – Alho
Berenjena - Berinjela
Calabaza – Abóboba
Cebolla – Cebola
Choclo ou maíz - Milho
Ensalada – Salada
Espinaca – Espinafre
Espárragos - Aspargos
Hojas verdes – Folhas verdes
Huevo duro – Ovo cozido
Lechuga – Alface
Papa – Batata
Remolacha - Beterraba
Tomate – Tomate
Zanahoria – Cenoura

Fala e escreve igual no português: endívias, palmito, escarola, rúcula...


Pequeno dicionário de sobremesas
Budín – Bolo
Flan – Pudim
Helado – Sorvete
Tarta – Torta


Ah, só mais uma observação. Em uma semana na Argentina, só vi feijão branco e na salada. E o arroz, na maioria dos lugares, é feito sem tempero algum, do tipo parboilizado ou de salada. Solução? Invista nas batatas, as papas, fritas, em purê, assadas. São deliciosas...

Comida - A tal parrillada

Turista brasileiro quando chega na Argentina não vê a hora de comer uma boa parrillada, ou seja, o bom e velho churrasco. Mas, devagar com o andor... Parrilha para eles não é o mesmo que o nosso churrasco.

Aqui, é muito comum uma picanha, alcatra, um franguinho, uma linguicinha.  Já lá, quando o restaurante diz “parrila al cárbon” não vá com tanto sede ao pote, pois a mistura de carnes que vem geralmente inclui os miúdos do boi. Sim, miúdos como rins, cérebro, moela, entre outros.

E como vem tudo assado junto, numa espécie de grelha na mesa, fica difícil diferenciar uma coisa da outra. Eu provei a tal parrilla em vários lugares diferentes e confesso, odiei.

Em se falando de carne na Argentina, prefira o delicioso “bife de chorizo” que nada mais é do que um suculento (e grande) pedaço de contra-filé. Se gosta mal passado, mesmo assim, peça ao ponto, vai vir mal passado mesmo. Lá, toda carne é assim. Mas vale a pena, recomendo.

Em geral, nos lugares onde se tem parrillada, você também vai encontrar como acompanhamento o chimichurri (mistura de especiarias que leva salsa desidratada, alho, cebola, orégano, tomilho, louro, pimentão, mostarda, tudo mistura a azeite e vinagre, é bom!) e às vezes, vinagrete, tipo o brasileiro, mas com os ingredientes picados bem miudinhos.

Abaixo, um pequeno dicionário de carnes que sempre estão nos cardápios argentinos. Leia e decore. Garanto, vai ser útil.

Carnes bovinas
Asado de tira ou Tira de asado – Costela desossada, cortada em pedaços bem finos
Bife de chorizo – Contra-filé (suculento, delicioso!)
Bife de lomo – Filé-mignon
Colita de cuadril - Maminha
Cuadril - Alcatra
Matambre – Carne de costela
Ojo de bife – Miolo do contra-filé
Tapa de cuadril – Picanha (difícil de achar, vi só uma vez...)
Ternero – Vitela, novilha
Tira de asado – Costela na grelha
Vacio – Fraudinha

Linguiças
Chorizo – Espécie de lingüiça
Morcilla – Espécie de lingüiça, muito parecida na verdade com o chouriço brasileiro

Miúdos
Chinculines – Tripas recheadas
Corázon – Coração
Criadillos – Testículos de boi ou porco
Hígado – Fígado
Lengua – Língua
Mollejas – É glândula chamada timo, de ruminantes (Eca!!!)
Mondongo – Estômago do boi
Riñones – Rins
Sesos - Cérebro

Outros tipos de carnes e frutos do mar
Camarones - Camarões
Cerdo – Porco
Conejo - Coelho
Cordeiro – Carneiro
Merluzza - Merluza
Pescado – Peixe
Pollo – Frango
Salmón - Salmão

Comida - Café

Em Buenos Aires, cada esquina tem um café. Mas o engraçado é que o café de lá é muito ruim. Parece chá de tão ralo e é fraco, muito fraco. Para quem está acostumado com os cafés de gosto forte,como o brasileiro, vai passar apertado.

Lá, junto com o café, sempre vem um copinho de soda, a nossa água com gás. Acho que é para limpar o paladar. Aqui, em algumas padarias mais requintadas também é assim.

Uma dica? Se você detestar o café, como eu, troque pelo Submarino, um leite com chocolate que vem com o bendito chocolate em barra para ir derretendo devagarinho.

Delícia...

Outra coisa diferente em Buenos Aires é o que eles entendem por café da manhã, o desayuno. Lá, é comum você ver nas promoções: “un café + 3 tostadas” ou “un café + 2 medialunas (espécie de croissant, mas doce, aliás, acho que a oitava maravilha do mundo, muito bom!!!). 
Outra coisa comum no café da manhã deles é a presença da geléia e do “dulce de leche”, que é bom, mas para quem não é muito chegado a doces, como eu, enjoa.
No hostel que eu fiquei, por exemplo, o café da manhã era composto de duas medialunas, duas fatias de pão de forma – uma comum e outra integral), um potinho de manteiga, um de doce de leite e tinha dia que um requeijão. Para beber, tinha café, chás, suco e água. E só!!!
Mas também há uma padaria ou mini-mercearia em cada esquina, onde se encontra várias delícias portenhas.

Comida – Onde comer?

Em primeiro lugar, onde não comer. Se o lugar estiver vazio, com preço muito mais em conta que outros restaurantes e ter uma aparência meio sujinha ou duvidosa, fuja. Os bons estabelecimentos estão sempre cheios, tanto no almoço quanto no jantar. E sempre há lugar para mais um, portanto, não se acanhe se estiver cheio. Insista, a comida é boa.

No centro, eu recomendo o Café Dali, que fica na avenida de Mayo, quase esquina com a avenida 9 de Julho. Ou atravesse a 9 de julho, ainda na avenida de Mayo e vá até o Plaza España, três quadras abaixo.

Já nas proximidades da Calle Florida, visita o Capataz. O lugar é simples, mas a comida é ótima.

Em Puerto Madero, recomendo o Brasas Argentinas, que tem rodízio a preço bem em conta e vale a pena, principalmente pelo churrasqueiro, um portenho de tirar o fôlego.

Abaixo, alguns links de blogs e sites que também trazem boas recomendações. Aproveite:




terça-feira, 21 de junho de 2011

Dica útil - Comida



Esse é o famoso Bife de Chorizo
com papas fritas: delícia !!!
Antes de se falar de comida, é preciso que o turista brasileiro entenda como funcionam os restaurantes argentinos. Aqui, a gente pede o prato e, na maioria dos lugares, quando vem a conta, adicionado ao preço da comida, tem também o tal dos 10% do garçom que nem é obrigatório e duvido eu que, na maioria das vezes, vá parar nas mãos dos pobres coitados.

Lá, isso não existe. Você dá se quiser e não chama gorjeta e sim propina. Sim, é isso mesmo, você paga “propina” diretamente ao garçom.

Gostou, não? Claro, brasileiro sempre adora levar vantagem.

Não cobra os 10%, mas se cobra o tal do “servicio de mesa”. O que é isso? Talheres, copos, guardanapo, toalha de mesa. E não, você não pode pagar e levar para cada. Fica tudo no restaurante após o uso. Essa taxa varia de estabelecimento para estabelecimento, de módicos AR$ 6 pesos (R$ 3) a até 20 pesos (R$ 10) por pessoa.

Então, antes de entrar, sentar, pedir e se empaturrar, veja o preço do servicio de mesa para não ter surpresas desagradáveis depois.

Mas graças a Deus, não são todos os restaurantes que cobram por isso. Aliás, tem umas promoções bem interessantes em Buenos Aires no que diz respeito à comida.

Tem restaurante que oferece de graça o servicio, o cubierto (o couvert brasileiro, lá pode ser um peixinho muito parecido com sardinha e azeitonas, pães diversos com manteiga ou algum tipo de patê, aliás, isso tem em quase todo restaurante e confesso, é uma delícia!), o postre (sobremesa) e ainda a bebida (água, vino – vinho e a gaseosa – refrigerante).

A dica? Olhe os cardápios antes de entrar no restaurante. A grande maioria mantém seus menus afixados nas portas e janelas do estabelecimento, bem à vista dos clientes.

Outra coisa, antes de pedir os pratos pergunte aos garçons (meseros) a forma de pagamento aceita pelo restaurante. Tem lugar que só aceita efectivo (dinheiro em espécie, ou seja, peso), outros que também aceitam as tarjetas (cartões de crédito) e aqueles que permitem que se pague a conta em reais e dólares.

Ah, e não como todo dia fast-food todo dia, pois se tem um lugar que se pode comer e beber bem a preços bem em conta, esse lugar se chama Buenos Aires.

Curiosidade – Máquinas

Uma coisa interessante em Buenos Aires e que raramente se vê pelo Brasil – pelo menos nas cidades do interior do país – são as máquinas existentes nos banheiros para a venda de preservativos. Custa apenas 1 peso. Nos toilletes femininos, há ainda máquinas que também vendem absorventes higiênicos. O preço é o mesmo. Achei chic!!!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Dica útil – Locutórios


Precisou entrar na Internet ou fazer uma ligação para o Brasil? Em Buenos Aires, procure os locutórios. Sim, as nossas lan houses lá têm esse nome pra lá de estranho – locutório.
E é incrível como tem em todo o lugar. Tipo, uns dois, até três por quarteirão, mas isso na área central. Nos bairros é um pouco menor.
Por exemplo, 15 minutos na internet em solo argentino fica, em média, 1 peso. Ou seja, mais ou menos R$ 0,50. Já as ligações, cada minuto, saem por AR$ 0.25 pesos. Tipo, uns 10 minutos, fica em R$ 1,25. Para ligações internacionais, depende para a localidade para onde você pretende ligar.

Dica útil – Tax free

Lojas com esse adesivo participam
do sistema de devolução do imposto
Para quem é adepto das compras, uma boa notícia: em Buenos Aires é possível reaver até 16% dos 21% de impostos pagos embutidos – conhecido como Imposto sobre Valor Agregado (IVA) - nas mercadorias adquiridas que tenham origem argentina.

O ressarcimento é feito pela Global Refund, presente também em vários países europeus. Os 5% da diferença fica para a empresa, como taxa de administração.

Mas fique esperto, o reembolso só vale para produtos “hecho en Argentina” ou “made in Argentina”, ok?. Portanto, todo o cuidado é pouco ao adquirir o bem. Por, exemplo, no caso de roupas, olhe as etiquetas; se for um sapato, verifique na caixa ou etiqueta se realmente foi produzido na Argentina. O mesmo vale para produtos eletroeletrônicos.

Portanto, Lacoste, Puma e até produtos da Falabella, fique de olho, a maioria não é de fabricação argentina.

Também tem muito vendedor em Buenos Aires que diz que a loja é adepta do sistema TAX FREE, te vende o produto, preenche o cheque de reembolso, mas quando a pessoa chega para efetuar o pedido de ressarcimento nos postos TAX FREE, percebe que foi enganada e não tem direito a nada. Olho vivo!

Como proceder

1 - A primeira dica é observar durante as compras se a loja tem o cartaz ou adesivo que diz Global Refund TAX FREE. A compra deve ter valor mínimo de 70 pesos.

2 - Durante a compra, solicite ao vendedor que seja preenchido o formulário do TAX FREE, que é chamado de cheque de reembolso ou “Cheques de Reintegro”. Exija a nota  fiscal do produto ou ticket de venda. Para o ressarcimento do imposto, ambos os documentos são essenciais. Aliás, confira se realmente é a nota fiscal que estão te entregando, pois muitas turistas recebem tickets que não têm valor fiscal e esses não valem para nada, ok?.

3 - Para fazer a troca, se você optou pelo aeroporto, chegue cedo. Em Ezeiza, o principal de Buenos Aires, as filas são grandes.

4 – Leve os produtos comprados na bagagem de mão, pois pode ser necessária a apresentação dos mesmos na Aduana. Deixe junto, as notas fiscais e tickets de compra, mais cheque de reembolso ou “Cheques de Reintegro” e documentos de identificação, como RG ou passaporte.

5 - Com as notas fiscais e cheques de reembolso TAX FREE nas mãos, procure a Aduana (Alfandega) e peça que os funcionários carimbem os documentos. Em Ezeiza, a Aduana fica entre os guichês 26 e 27. Se perdeu? Vá ao Balcão de Informações do aeroporto que eles te informam o local correto.

6 – Depois procure o guichê da Global Refund TAX FREE para dar entrada na papelada. Em Ezeiza, o guichê para troca fica no Terminal A, no primeiro piso.

7 - A restituição será de até 16% do preço de compra. A devolução poderá ser feita por meio da troca do cheque de devolução (em pesos), depósito na conta do cartão de crédito ou cheque bancário.

8 - Para quem já fez a troca, o melhor é pegar em pesos, que você pode gastar no Free Shop ou lojinhas do aeroporto ou ainda “cambiar” – trocar – por dólares ou reais nas lojas de câmbio ou Banco de La Nacion Argentina. Porém, lembre-se, o câmbio no aeroporto é bem baixo. Tipo uns R$ 2,04 para cada peso, cotação de maio de 2011.

Nos links abaixo, você fica sabendo o endereço e localização exata dos postos de troca da Global Refund em Buenos Aires. Observe o horário de funcionamento, ok?

- Aeroporto de Ezeiza (fica no Terminal A, no primeiro piso)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Dica útil - Idioma

O idioma oficial da Argentina é o espanhol, mas a maioria também fala inglês e entende bem o português. Então, não se preocupe você será entendido entre os portenhos, o difícil será entendê-los de vez em quando, pois eles falam bem rápido.
A dica para quem não fala nadica de espanhol e português é saber as frases-chaves em Buenos Aires:

- Como se habla eso em español (lê-se espanhol)?

Tradução – Como se fala isso em espanhol?

- Yo quiero un café.

Tradução – Eu quero um café

- Cuanto es eso?

Tradução – Quanto é?

- Dá me uno (ou dos, três, cuatro, cinco, seis, siete, ocho –leia otcho -, nueve, diez...)

Tradução – Me dê um.

- Donde es el baño? (leia banho)

Tradução  - Onde é o banheiro?

- Yo necessito cambiar dólares en pesos ou reales em pesos.

Tradução – Eu preciso trocar dólares em pesos ou reais em pesos

- Permisso.

Tradução – Com licença, dá licença

- Gracias.

Tradução – Obrigada

- Cual coletivo o subte va até Il Caminito?

Tradução – Qual ônibus ou metrô vai até o Caminito?

Essas as frases que eu mais lembro de ter dito durante minha estada na terra de Evita. Abaixo alguns links com frases indispensáveis em espanhol que também podem ser úteis durante a sua viagem:

Frases indispensáveis
Frases úteis em aeroporto

Detalhe - Eu não falo patavinas de espanhol...

domingo, 12 de junho de 2011

Dica útil – Traslado aeroporto/Cidade

Nos vôos provenientes do Brasil, a chegada é no aeroporto de Ezeira, embora o outro aeroporto da cidade também já esteja recebendo vôos internacionais. Ao desembarcar na Argentina, para ir até Buenos Aires existem várias opções: táxis, carros com serviço de chofers (remis) e ônibus. A opção varia de acordo com o bolso, basta escolher.

Uma corrida de táxi até o centro fica, em média, 150 pesos, o que dá mais ou menos uns R$ 70. Na volta, ao aeroporto, se você agendar com antecedência de um dia com a mesma empresa, eles fazem um desconto, cai para 120 pesos, o que equivale as uns R$ 56. O aeroporto fica a uns 35 quilômetros de Buenos Aires e de táxi, o trajeto dura uns 40 minutos, conforme o trânsito.

Se for o optar pelo táxi, sempre discuta o preço do táxi antes de sair do aeroporto. Como muitas turistas não conhecem o trajeto, maus motoristas tendem a dar voltas desnecessárias para que o trajeto fique mais caro. Prática não muito diferente do Brasil, infelizmente.

Tem também empresas privadas como transfer-express Manuel Tienda León e Vip Cars que fazem o trajeto até Buenos Aires. O preço é mais ou menos o do táxi.

Outras opções são os ônibus: o nº 86 vai até ao centro de Buenos Aires (Plaza de Mayo) e ônibus nº 51 vai até Constituiçao via Monte Grande. A empresa Manuel Tienda Léon também faz o trajeto até o centro em micro ônibus. Como os ônibus fazem várias paradas, o percurso pode durar até 3 horas.

Dica útil – Táxis

Com cada pessoa que esteve em solo portenho você vai ouvir uma história diferente sobre os táxis argentinos. Tem que diga que recebeu dinheiro falso, tem quem diga que o motorista rodou vários quarteirões a mais para aumentar o valor da bandeira.

Afinal, tem de tudo um pouco. A melhor dica de todas é evitar pagar a corrida com notas de 50 e 100 pesos, além de sempre ficar de olho no troco. Confira cada nota, para ver se é verdadeira. Outra coisa, evite carros velhos, opte por carros novos.

Antes de pegar o táxi, já discuta de antemão o preço, antes mesmo de entrar no carro, para não ter surpresas desagradáveis. Em geral, o táxi em Buenos Aires é muito barato.

Dica útil – Horários

Quem sai do estado de São Paulo rumo à Buenos Aires não vai estranhar o fuso horário na Argentina. Lá, a hora corresponde a GMT-3 e atualmente não tem alteração no verão. Ou seja, será a mesma hora que nós paulistas e paulistanos estamos acostumados.

Porém, os bancos lá seguem outro ritmo. As agências abrem às 10h e fecham às 15h. Portanto, se for trocar dinheiro nesses lugares, fique atento. Já os caixas eletrônicos são 24 horas. A maioria das casas de câmbio funcionam até às 21 horas, inclusive aos domingos.

Já o comércio, abre de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h e aos sábados, das 9h às 13h. Porém, lojas da Calle Florida ou Santa Fé tendem a estender esses horários. Nos shoppings, as lojas funcionam como aqui, de segunda a domingo, das 10h às 22h.

Dica útil – Saúde

Ao contrário de outros países, não é necessária nenhuma vacina em específico para adentrar em solo argentino. Em alguns países, devido ao registro de casos, a vacina contra sarampo tem sido exigida. Porém, não custa nada atualizar o calendário vacinal.

Por exemplo, a vacina contra febre amarela tem validade de apenas 10 anos. É só pegar a caderneta de vacinação, ir até a unidade de saúde mais próxima que profissionais habilitados vão analisar as vacinas que são necessárias. Lembre-se:  vacinas devem ser tomadas pelo menos 15 dias antes da viagem.

Ah, em Buenos Aires, se precisar de atendimento de urgência, ligue 107. Esse é o número do SAME, o mesmo que o nosso SAMU. Segundo li em várias reportagens, o atendimento público de saúde no país é bom.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Dica útil - Chamadas internacionais

O código internacional da Argentina é 54. O de Buenos Aires é 11. Portanto, se for ligar para lá ou alguém precisar falar com você disque: 00+54+11+(número do telefone). Para ligar para o Brasil, disque: 00+55+(DDD da cidade)+(número do telefone).

Uma dica para ligar barato de Buenos Aires para o Brasil é comprar as tarjetas telefônicas para llamadas (lê-se lhamadas) internacionais. Nessa tarjeta vem um código, que você risca e liga para uma central, que libera sua ligação. As instruções para a chamada variam conforme a marca da tarjeta.

Tarjetas podem ser adquiridas em locutórios (o mesmo que lan house) ou kioscos (bancas de revistas) ou maxikiosco (uma espécie de vendinha que tem um pouco de tudo, de tudo mesmo, de bala, chiclete a refrigerantes, uma espécie de loja de conveniência brasileira).
As

Uma tarjeta de 5 pesos (R$ 2,50) dá para falar uns 12 minutos no Brasil. Já a de 10 pesos (R$ 5), você fala, em média, 29 minutos, para telefones fixos.

Dica útil - energia elétrica

É preciso adaptador para tomada.s
Lá, as nossas não servem
A voltagem na Argentina é de 220 volts. Celulares, notebooks e máquinas fotográficas atuais já são bivolts. Então, não há grandes problemas.

Mas se for levar outro produto eletrônico, fique atenta à voltagem. Outra coisa, as tomadas em Buenos Aires são diferentes das brasileiras.

É preciso um adaptador que pode ser comprado em qualquer supermercado ou mais barato ainda nos “manteros” (camelôs) argentinos. Os preços variam de 5 a 30 pesos.

Antes de viajar - O que por na mala

Se você for para Buenos Aires no calor, pode levar as mesmas roupas que usa no Brasil na mesma época do ano. Mas não esqueça de levar pelo menos uma blusa de frio, um cachecol, meias, gorro e calças compridas. Se chover, a temperatura tende a cair rapidamente. E muito. E rápido.
O frio em Buenos Aires é de cortar, principalmente para quem é paulista e não está tão acostumado com um frio tão intenso. No frio leve roupas pesadas, pois o frio é de doer.
Não deixe de fora da mala cremes para o corpo e manteiga de cacau. O frio resseca muito a pele. Mesmo nos dias quentes, venta muito. Cremes são imprescindíveis.
Quem faz uso de medicamentos deve levá-los na bagagem de mão. É importante também levar a receita, pois nunca se sabe se não vão implicar na entrada do país. Devido as novas convenções internacionais, líquidos devem ser levados em vidros transparentes e nunca ultrapassando os 100 ml. Porém, as normas tendem a variar um pouco de companhia para companhia aérea.
Também leve tênis e sapatos confortáveis. Buenos Aires é uma cidade plana que dá pra ir de um ponto turístico a outra a pé, no que se economiza e se conhece mais a cidade. Mas cuidado com os quarteirões de lá, eles parecem ter o dobro de tamanho dos do Brasil. Portanto, se alguém, ao te ensinar o caminho, dizer duas quadras, pense que vai andar pelo menos uns quatro quarteirões brasileiros.
Se for a shows de tango, leve uma roupa social. O traje é exigido em boa parte das casas de tango.
Como comprar é próprio do ser humano, já leve na mala uma outra menor, daquelas de naylon. É batata que você vai voltar com bagagem extra.

Antes de viajar - Onde se hospedar

O turista brasileiro tem “n” opções para hospedagem em Buenos Aires. Se optar por um pacote, tipo os que são oferecidos por operadoras de turismo, vai ficar em hotel.
Mas também pode viajar por conta e optar por hotel, hostel (os chamados albergues da juventude, muito comuns por lá) ou ainda alugar um apartamento já mobiliado na capital Argentina.
Antes de se decidir, recomendo analisar os custos e benefícios de cada opção. Deve-se levar em conta se vai viajar sozinho, acompanhado, com crianças, idosos ou em grupo. Para cada estilo de viagem, existe uma opção mais viável.
Nas duas vezes em que eu estive na Argentina, eu fiquei em hostel. Foi a opção mais oportuna naquele momento. Depois que voltei descobri a possibilidade de se alugar apartamentos já mobiliados por lá e conversei com quem foi nesse esquema. Infinitamente mais barato.
Porém, depende do perfil de viajante de cada um.
Quem gosta de conforto, com certeza vai preferir se hospedar em hotel. Os que estão em busca de aventura, conhecer pessoas de diferentes partes do mundo e gastar bem pouco, ficará com os hostels.
Agora, quem quer conhecer Buenos Aires sem pequenos luxos, como ter a mesa de café da manhã posta ao acordar e a cama arrumada ao retornar de um passeio, pode alugar um apartamento.
Abaixo, uma análise detalhada de cada uma das opções. O pacote será padrão nos três sistemas, considerando quatro dias de hospedagem.
Veja a que melhor cabe no seu bolso.
Hospedagem – Pacote
Comprar a viagem fechada em agências de turismo tem suas vantagens. O turista não precisa se preocupar com nada ou quase nada. Os pacotes, em geral, oferecem passagem aérea ida e volta, traslado aeroporto-hotel e vice-versa, hotel com café da manhã e city tour.
Para se ter uma idéia de preços, com saída de São Paulo, por quatro dias, voando pela TAM, no esquema citado acima, com hospedagem em hotel econômico localizado na área central de Buenos Aires e taxas de embarque inclusas, o pacote para dois adultos, em quarto duplo, fica em R$ 2.550, ou seja, R$ 1.275 por pessoa (cotação de junho/2011 para hospedagem em julho/2011).
O valor final vai depender do hotel escolhido. Se for um hotel turístico, de classe superior, também na área central da cidade, nas mesmas condições, o pacote sobe para R$ 2,9 mil, por exemplo, o que equivale a R$ 1.450 por quatro dias.
 Mas se a pessoa optar por ir e ficar sozinha no quarto, o valor sobe. Para hotel econômico, fica em R$ 1.560. Para hotel turístico superior sai por R$ R$ 1.980.
Esses valores são da CVC, com partida em 31 de julho e considerando que é data de alta temporada. Optei pela CVC por ser uma empresa idônea, em que confio e que nas vezes que utilizei nunca me deixou na mão. Pelo contrário, foi excelente.
Os passeios são cobrados à parte pela empresa.

Hospedagem - Hostel
Se a opção for ficar em hostel, esqueça grandes luxos. Hostel é um lugar de hospedagem barata, que, quando muito oferece um café da manhã simples, internet gratuita e a possibilidade de conhecer pessoas das mais variadas partes do mundo.
Dentro desta categoria, são várias as opções. Você pode ficar em quarto coletivo sem banheiro, quarto coletivo com banheiro, quarto privativo (só você e até mais três pessoas que íntimas) com e sem banheiro. A escolha é sua, depende de quando vai querer desembolsar.
Para escolher o melhor hostel, assim como um bom hotel, ou imóvel alugado, procure nos sites especializados em viagens os relatos de experiência de outros viajantes. Esse tipo de pesquisa pode ser útil para não cair em ciladas.
Ao escolher um hostel também leve em conta a localização, meios de transporte mais próximos, tipo pontos de ônibus, metrô, táxi e trens, além de comércios especializados como um supermercado, uma padaria ou os tradicionais “kioskos”, que têm um pouco de cada coisa que se possa imaginar.
Por exemplo, no Hostel Portal del Sur, localizado bem na área central de Buenos Aires, que já incluem café da manhã, variam de 12 a 33 dólares (valores de julho/2011), conforme a acomodação escolhida. Sendo 12 dólares, a diária do quarto comum para entre seis e oito pessoas, com banheiro compartilhado e 33 dólares, o quarto privativo para casal ou duas pessoas, com banheiro privativo. Ou seja, quatro dias de hospedagem neste esquema, por pessoa, vai sair em média entre 48 dólares a 132 dólares, o que em reais, ficariam entre R$ 79,20  e R$ 218 (levando-se em conta o dólar a R$ 1,68).
Já no Milhouse, outro hostel situado no centro, as diárias também com café da manhã variam de 15 dólares a 62,50 dólares (preço por casal ou duas pessoas).
Os sites abaixo podem ser úteis na escolha de um hostel:
Hostels.com

Ah, geralmente, o pagamento das diárias do hostel é a vista e não há parcelamento. No máximo, você pode passar  no cartão de crédito para o vencimento do mês seguinte. Mas atenção, se pagar com cartão, em geral, eles cobram 10% a mais do total da conta. Fique esperto e se informe antes.


Hospedagem - Apartamento mobiliado

Essa opção, para mim, é uma das viáveis e mais flexíveis, pois permite ficar livre dos horários impostos por hotéis e hostels, bem como garante mais privacidade. Em geral, os apartamentos já são todos mobiliados com todos os equipamentos necessários para uma hospedagem confortável como fogão, geladeira, forno elétrico, microondas, cafeteira, internet, televisão e até calefação, afinal, lá, quando tá frio, tá frio mesmo.

Os preços vão variar conforme a quantidade de dias em Buenos Aires, número de pessoas por apartamento e localização do mesmo. Quanto mais nobre, mais caro. Como em qualquer cidade do mundo. Em geral, esta opção permite o aluguel apenas semanal ou mensal. Menos dias podem ser negociados, mas podem ser mais caros.

Na BAiresapartaments, por exemplo, tem apartamento no bairro da Recoleta - um dos mais nobres de BAs - com capacidade para quatro pessoas a 250 dólares por semana, o que daria, por pessoa, em média, 62,50 dólares por sete dias de hospedagem. Porém, aqui não se inclui o café da manhã. Mas a hospedagem, por pessoa, ficaria, em mais ou menos R$ 103, por uma semana na capital argentina. Em conta, não?

Ah, vale citar que cada agência também cobra, além do aluguel do imóvel, uma taxa administrativa que costuma variar entre 40 e 50 dólares por locação.

Abaixo, outros sites que também trabalham com aluguéis de apartamentos para turistas:

Alojargentina

Buenos Aires Rentals

Stay in Buenos Aires

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Antes de viajar - Dinheiro

As notas da moeda argentina são de
2, 5, 10, 20, 50 e 100 pesos. As moedas
são de 1 peso e 10, 25 e 50 centavos
Sempre que se fala em viagem internacional, a gente pensa: como eu faço para comprar a moeda daquele país. Procure o Banco do Brasil ou uma casa de câmbio de confiança e idônea. No caso da Argentina, você pode levar Real, Dólar ou Peso. Os cartões internacionais, principalmente com a bandeira Visa, também são bem aceitos no país, em muitos lugares. Mas sempre leve dinheiro em espécie – lá se diz efectivo – porque muitos lugares não aceitam os cartões (tarjetas, a letra jota tem som de r) ou dólar ou real.

Eu sugiro levar, um pouco de peso, uns 200 pesos para as despesas iniciais a partir do aeroporto, como o pagamento de um táxi ou para comprar uma água. Um pouco de dólar e a maioria do dinheiro em real. Outra opção (essa eu usei bastante), é comprar em casas de câmbio cartões com bandeira Visa em que você abastece ainda no Brasil com pesos argentinos. Funciona como cartão de débito, mas sem senha, você passa na maquininha lá fora e depois assina o ticketizinho emitido. Simples, sem grandes burocracias. Mas para o uso de cartões lá fora, esteja sempre com um documento de identificação. Detalhe: só valem o RG e o passaporte. Qualquer outro documento é desprezado.

 Para trocar os dólares e os reais por pesos, existem as casas de câmbio. No aeroporto de Ezeiza, o principal de Buenos Aires, existe uma casa de câmbio logo ao lado do desembarque de malas, antes do freeshop ou de sair do desembarque. Também há uma filial do Banco de La Nacion. Vários sites não recomendam trocar todo o dinheiro no aeroporto, realmente, a cotação é bem abaixo do que se paga em outros lugares. Em maio de 2001, eles pagavam no aeroporto R$ 2,04 por cada real trocado. Em casas de câmbio na Calle Florida, a cotação era de R$ 2,20. Toda casa de câmbio também exige documento, sempre o RG ou o passaporte. Mas antes de sair da frente do caixa, confira se não está levando dinheiro falsificado, prática muito comum por lá.

As falsificações são grosseiras, o papel parece de sulfite. Como com o real, a moeda argentina tem uma marca d’água no canto direito das notas e aquela fitinha de segurança. Levante a nota na luz e veja se o contorno da figura está completo. Nas notas falsas, esse contorno da marca d’água é falho e a fitinha de segurança não existe. Sem contar que, em geral, as notas falsas são bem novas porque quase não circularam. Para não ter dúvidas, antes de viajar, observe bem o dinheiro em casas de câmbio no Brasil.

Também vale de orientação evitar dar notas altas a taxistas, como de 50 e 100 pesos. Existe uma “lenda” local de que muitos maus profissionais pegam a nota, a trocam e falam que você deu uma falsificada para eles. Uma dica é decorar os últimos quatro números da numeração da nota ou tirar uma foto da mesma. Eles fazem cara feia, mas se prevenir é melhor do que perder. Vi vários casos de gente que pegou a nota falsa e não conseguiu ser ressarcido. Nessas horas, mesmo chamando a polícia, você não consegue grande coisa, eles vão falando tão rápido e tão enrolado que você se irrita e só quer ir embora.

Se receber o troco em moedas, guarde. Eles vão ser bastantes úteis se você for utilizar os ônibus para se transportar na argentina, pois eles somente são pagos com moedas. As moedas são de 1,5, 10, 25, 50 centavos e de 1 peso. As notas de pesos são de 2, 5, 10, 20, 50 e 100 pesos.

Antes de viajar - Passagens

Passagens
Antes de comprar a passagem na primeira empresa aérea pesquise os preços. Mas fique atento a algumas dicas, se o vôo terá paradas com conexões, se inclui serviço de bordo como água e lanche, o tempo de duração da viagem. Uma boa é pesquisar em sites como o Decolar e o Viajanet, eles são muito úteis, rápidos e precisos.


Eu já fui pra lá pela Gol e Tam . Voltei de Pluna. As duas primeiras são ótimas, sem queixas. A terceira eu não gostei, apesar de ser a mais em conta.

Além de Gol, TAM e Pluna, também fazem a linha Brasil-Buenos Aires a LAN, Aerolineas Argentinas, Qatar Airways.

Outra coisa que tem de ser analisada antes da compra da passagem é o peso máximo permitido para a bagagem. Em geral, vai até 23 quilos, mas tem empresa que não cobra a ida, mas na volta, se passar de 20 quilos, são compradas taxas extras.

Verifique sempre todas as cláusulas do contrato para não ter surpresas desagradáveis.

Ah, o tempo de vôo de São Paulo até Buenos Aires é de 3 horas, em média.

Antes de viajar - Documentos

Para entrar na Argentina,
pode-se optar pelo passaporte
ou pelo RG (identidade)
Para entrar na Argentina, não é necessário um passaporte devido a um acordo entre os países que integram o Mercosul. Mas se você quiser fazer uma graça e ter um carimbo que comprove que já saiu do país e pôs os pés no exterior, então corra atrás.

Hoje, pra tirar esse documento, basta acessar o site da Polícia Federal, que tem todas as explicações e como deve ser o agendamento em cada parte do país. Porém, programe-se, porque entre entrar no site, providenciar a documentação, pagar a taxa, agendar a confecção na Polícia Federal pode demorar até mais de um mês, conforme o estado brasileiro.

Também tem-se outra opção, mais barata- entrar no país com o RG, mas tem de ser documento válido. Como assim? Com até 10 anos de expedição, foto atual e não pode tá rasgado ou com qualquer indício de fraude, senão você pode ser barrado.

No Poupatempo, você tira uma nova via do RG em até quatro dias úteis. A taxa é de R$ 26,18. Se não tiver na sua cidade, procure a delegacia de polícia mais próxima, mas com antecedência, pois pode demorar até 30 dias para ficar pronto. A taxa para emissão de segunda via varia conforme o Estado. Esses documentos – um ou outro – são essenciais. O país não precisa de visto. Portanto, uma preocupação a menos.

Minha Buenos Aires querida...

Vista geral da avenida 9 de Julho
(Divulgação: BAs Turismo)
Buenos Aires já não é mais tão barata quanto em outros tempos, em que o câmbio ajudava e os brasileiros faziam a festa. Se a idéia é viajar para a terra de los hermanos e conseguir grandes descontos, esqueça. Vá para São Paulo e resolva seus ímpetos consumistas por ali mesmo.
Mas se o objetivo for passear, conhecer paisagens diferentes, um pouco da história argentina, além de se divertir comendo e bebendo bem, vá para a Argentina.
Antes, porém, dê uma olhada neste guia, que traz um pouco da minha experiência ao visitar a terra de Maradona por duas vezes e o melhor de vários sites e turistas que já tiveram lá.


Boa viagem!!!